Vingadores – Guerra infinita (2018)

Por André Dick

Se  há uma qualidade que já havia ficado clara nos dois Os vingadores anteriores é que Joss Whedon tinha uma disposição de desenvolver esses super-heróis em dois planos: o da mitologia e o da humanidade. No segundo, havia imagens estranhas do passado ou possível futuro de cada um, o que remetia a Linha mortal, em que jovens faziam experiências com a morte e eram atormentados por visões estranhas e que poderiam, inclusive, defini-los. Embora este recurso se fundamente em desvios da trama, esses serviam como impulso para uma das melhores sequências, ligada a um ambiente campestre e no qual podíamos ter uma divisão da trama antes de uma grande contribuição de Whedon para o cinema de ação.

Nesse sentido, Vingadores – Era de Ultron não ficava a dever para seu antecessor: enquanto seu primeiro ato preparava a história para algo maior, como o primeiro, as duas partes finais eram tão boas ou ainda melhores do que as do original, não apenas pelo fluxo oferecido por Whedon – em alternar explosões e perseguições com um verdadeiro sentimento de perigo e humanidade empregada nas situações –, como em igual intensidade pelo visual magnífico, com o auxílio da fotografia de Ben Davis (o mesmo de Guardiões da galáxia), e pela atuação do elenco.
Em Vingadores – Guerra infinita, os irmãos Anthony e Joe Russo, responsáveis por Capitão América – O soldado invernal e Capitão América – Guerra Civil, assumiram o lugar de Whedon. A história começa com Thor (Chris Hemsworth) e Loki (Tom Hiddleston) enfrentando o temível Thanos (Josh Brolin), desde sempre atrás das Joias do Infinito. Localizados no espaço, não por acaso logo teremos a presença dos guardiões da galáxia: Peter Quill/Starlord (Chris Pratt), Gamora (Zoe Saldana), Drax (Dave Bautista), Rocket (Bradley Cooper) e Baby Groot (Vin Diesel), acompanhados de Mantis (Pom Klementieff).

Em meio a tudo, aparecem Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Stephen Strange/Dr. Estranho (Benedict Cumberbatch) e Peter Parker/Homem-Aranha (Tom Holland), com a companhia de T’Challa/Pantera Negra (Chadwick Boseman). Muitos outros personagens adentram em cena: Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) estão de volta, assim como Bruce Banner/Hulk (Mark Ruffalo) e Natasha Romanoff, a “Viúva Negra” (Scarlett Johansson), além de James Rhodes (Don Cheadle), Sam Wilson/Falcão (Anthony Mackie) e Pepper Potts (Gwyneth Paltrow).
Em seus Vingadores, Whedon os desenvolve como seres mitológicos e trabalhava com emoções básicas, sobretudo o medo da morte e de realmente transformar o mundo. É interessante como todos ganham em seus filmes linhas de roteiro apontando esse sentimento, sobretudo Romanoff, Banner, Rogers e Stark, sempre, de certo modo, ligados ao passado. Se Banner e Stark parecem sempre estar com o pensamento no que podem criar de novo no laboratório, Rogers se encontra encapsulado nos anos 40, dos quais é obrigado a se distanciar, assim como os gêmeos não conseguem esquecer a imagem gravada na infância do nome Stark, e Romanoff tem receio do que as visões podem lhe mostrar sobre ser uma assassina letal. No caso dela, acalmar Banner não é apenas uma ironia do destino quando ela, de fato, não atinge nenhuma tranquilidade.

Não há nenhuma discussão no plano conceitual em Vingadores – Guerra infinita. Trata-se apenas do embate de um vilão literalmente sem traços próprios – com a colaboração de um CGI perturbador – contra os vingadores, que parecem unidos apenas na campanha de marketing. Há pelo menos dois anos o universo MCU vem tendo dificuldades de unir seus traços de humor e drama em filmes irregulares como Doutor Estranho, Thor: Ragnarok, Capitão América – Guerra Civil e Pantera Negra. Todos parecem parte de uma linha de produção sem nenhuma tentativa de inovar, sob a liderança de Kevin Feige, o produtor que planifica histórias para encaixar sua visão de cinema.
Desde a saída de Whedon, o MCU só contou com três momentos muito bons: Homem-Formiga, Guardiões da galáxia 2 e Homem-Aranha – De volta ao lar. Até certo ponto, como Guerra Civil não era um filme do Capitão América, este novo Vingadores parece um Guardiões da galáxia 3. Os irmãos Russo, no entanto, não têm o olho para o visual dinâmico de James Gunn e desde Arrested development, a série de humor que ajudaram a solidificar com êxito, não sabem identificar interação entre personagens. Todos em Guerra infinita aparecem e desaparecem sem criar o devido impacto. Há lacunas consideráveis entre as aparições de uns e outros, nunca formando uma unidade, e mesmo durante as batalhas os encontros se dão sem nenhuma sensação de vínculo ou proximidade. Não há uma ligação clara entre os diferentes grupos enfocados, embora um dos méritos desse universo compartilhado seja exatamente sabermos em que ponto da história desses personagens nos encontramos, o que, por outro lado, não acrescenta qualidade especial. Filmes devem se manter por si só e construir relações entre os personagens, mesmo que já hajam outros a apresentá-los, mesmo porque a reunião deles é inédita.

O mais afetado pela história apressada, mesmo com os 149 minutos de duração, é Banner, numa participação não apenas distinta daquela de Thor: Ragnarok, basicamente humorística, cuja relação com a Viúva Negra não se estabelece sequer com uma conversa, apenas um olhar distanciado (isso desde o afastamento da obra de Whedon há três anos). Talvez Quill se destaque, junto com Thor e o Rocket; de resto, nem o carisma de Downey Jr. consegue dar sentido ao fato de o Homem de Ferro estar aqui, e Holland, que demonstrou ser um bom Homem-Aranha, é subutilizado de maneira inegavelmente injusta. Os diretores não têm tempo a perder: Guerra infinita é uma sucessão de sequências de ação vazias, sem nenhum senso de perigo ou realização, pouco se importando com personagens ou as consequências do que fazem.
Os Russo acreditam oferecer um ar dramático ao vilão Thanos, mas se trata de uma figura tão carregada digitalmente (e que nem as expressões de Brolin conseguem realçar, ao contrário de Serkis ao interpretar Cesar em Planeta dos macacos) que soa, a cada instante em que aparece, artificial como a história que o cerca. Existem os conflitos físicos, no entanto os embates de ideias existentes nos melhores filmes do MCU desaparecem, em virtude do roteiro limitado de Christopher Markus e Stephen McFeely, que tenta passar do trágico para o cômico de forma tragicômica.

Uma caminhada no parque de Stark e Pepper, lembrando a comicidade saudável dos dois primeiros Homem de Ferro, é interrompida por um inesperadamente denso Doutor Estranho, sem mais tempo para piadas com os livros da biblioteca. Os Russo não possuem a menor ideia de constituir um ambiente fantasioso, apegando-se a interiores escuros de naves e um CGI de qualidade discutível, que extrai qualquer atrativo pela fotografia. Excluindo a parte final e algumas cenas numa metrópole, tudo parece ter sido filmado em estúdios e à frente de um chroma key. Mesmo nos seus filmes com o Capitão América, a dupla de diretores, usando um estilo de thriller, enveredavam por um caminho que tentava interligar seus personagens. Neste filme, eles parecem interessados exclusivamente em focar o caos. Acabam por fazer a obra menos interessante de todo o universo MCU, uma falha de ignição notável, que nenhuma bilheteria conseguirá sobrepujar. Talvez a quarta parte, já em realização, com um pré-aviso: os Russo são novamente os diretores.

Avengers – Infinity war, EUA, 2018 Diretor: Anthony Russo e Joe Russo Elenco: Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Chris Evans, Scarlett Johansson, Benedict Cumberbatch, Don Cheadle, Tom Holland, Chadwick Boseman, Paul Bettany, Elizabeth Olsen, Anthony Mackie, Sebastian Stan, Danai Gurira, Letitia Wright, Dave Bautista, Gwyneth Palthrow, Zoe Saldana, Idris Elba, Josh Brolin, Chris Pratt, Vin Diesel, Bradley Cooper Roteiro: Christopher Markus e Stephen McFeely Fotografia: Trent Opaloch Trilha Sonora: Alan Silvestri Produção: Kevin Feige Duração: 149 min. Estúdio: Marvel Studios Distribuidora: Walt Disney Studios

 

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51 Comentários

  1. Marcel

     /  28 de abril de 2018

    1,5 pra esse filme e 4,5 para aquela porcaria de Liga da Justiça é de lascar, hein. Mas que clara parcialidade.

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    • André Dick

       /  28 de abril de 2018

      Eu não uso o termo porcaria para nenhum filme. Mas essa obra dos irmãos Russo me tenta… A parcialidade não é minha; é da crítica que elogia um filme como esse, mesmo porque dei quatro estrelas para os dois primeiros Vingadores. Liga da Justiça é um filme superior em todos os quesitos.

      Responder
      • Marcel

         /  28 de abril de 2018

        “Liga da Justiça é um filme superior em todos os quesitos”

        Vejamos: boa parte dos adjetivos que você usa pra esse filme se encaixa EXATAMENTE em Liga da Justiça.

        “Não há nenhuma discussão no plano conceitual em Vingadores – Guerra infinita”
        “sequências de ação vazias, sem nenhum senso de perigo ou realização”
        “história apressada”
        “vilão sem traços próprios”

        Puxa, ainda bem que Liga da Justiça é o total oposto disso, certo? O vilão de Liga é o “memorável” Bobo da Estepe, que de tão elogiado pelo público foi renegado até por seu intérprete. A história nem é apressada, tem 1h50 (sem os créditos) pra um filme de grupo, nem parece ser um filme picotado, imagina. As sequências de ação não são vazias, são cheias de significado, com um vilão que solta frases feitas do calibre de “vocês não são páreos para mim” e “eu sou o fim do mundo”. O hilário ainda é esse “sem senso de perigo”, pois foi JUSTAMENTE uma das coisas mais criticadas em Liga: falta de senso de perigo e urgência, em nenhum momento o vilão deu impressão de ser ameaça… ainda foi tratado como se fosse de isopor pelo Superman no clímax mais sem-vergonha que eu já vi.

        Agora, quanto a você ter dito ser “superior em todos os quesitos” mostra que você nem pensou muito ao escrever isso. Por mais que você tenha gostado mais de Liga, é inquestionável que Vingadores é superior nos quesitos técnicos, por exemplo: a computação gráfica do vilão Lobo da Estepe, principalmente, deixa muito a desejar. Parece Playstation 2. A boca do Henry Cavill, então, pavoroso, no mínimo. Em atuações, pra mim, também apanha: não tem como comparar Benedict Cumberbatch e Robert Downey Jr com Henry Cavill, Jason Momoa e Gal Gadot. (obs: adoro Gal Gadot, a mulher é linda e tem carisma. Mas seus dotes dramáticos são iguais aos do Caio Castro)
        Falando sério… o filme é renegado até pelo diretor e parte do elenco… não sei como alguém se presta a defender.

      • André Dick

         /  28 de abril de 2018

        Em todos os quesitos, Liga da Justiça é um filme superior e isso inclui roteiro, cenas de ação e acabamento técnico. A exceção se dá para o vilão, com observo em minha crítica sobre o filme de Snyder e Whedon. Mas Thanos não tem nenhuma complexidade a mais que Lobo da Estepe, apesar de sua tentativa dramática. Melhor um vilão inexpressivo do que um que se imagina complexo – sem ser – com um roteiro, para alguns, que lembra Shakespeare! Com 30 minutos a menos, Liga da Justiça se sente muito menos apressado porque não é apenas uma sucessão de cenas caóticas e sem sentido. Apenas a invasão de Lobo da Estepe ao templo das amazonas tem uma ameaça maior do que Thanos, mesmo com a tentativa de dramatizar o cômico.

        Fãs empedernidos como você acreditam que quando há críticas a um filme do qual gostam é porque os outros não pensam “muito” ao escrever. Não percebem que já não pensam por si próprios, apenas por meio de um falso consenso. Os erros de computação que você vê em Liga da Justiça são pontuais, não gerais. Guerra infinita é um imenso chroma key sem personalidade alguma. Melhor ver o CGI terrível imposto a Cavill (principalmente na primeira aparição) do que ver uma sucessão de cenários sem nenhuma dimensão, que faz a sequência final de Liga da Justiça, com problemas de CGI evidentes, parecer acabadíssima. Mas, se elogia o CGI de Thanos, é necessário dizer que o de Lobo da Estepe é idêntico. Não elogio nenhum dos dois trabalhos.

        Quanto às atuações, como você não leu a crítica, não sabe que questiono o tempo dado aos atores. Nenhum infelizmente se destaca. Em Liga, todos os personagens, exceto o Superman, que aparece pouco, têm uma chance em algum momento. Gal Gadot não é uma grande atriz, mas sua presença no filme supera a de qualquer herói em Guerra infinita. É simples: ela recebe pelo menos meia dúzia de diálogos, o que não ocorre no filme dos irmãos Russo. Downey Jr. e Cumberbatch são atores de Oscar, mas não recebem material para ter uma performance digna. E talento não tem a ver com destaque: Chris Pratt é inferior a esses dois e é o que melhor aparece em Guerra infinita, porque ganhou um roteiro.

        “Falando sério… o filme é renegado até pelo diretor e parte do elenco… não sei como alguém se presta a defender.”

        Você se presta a defender um filme como este dos irmãos Russo. Cada um defende o que quiser.

      • Marcel

         /  28 de abril de 2018

        “Liga da Justiça é um filme superior e isso inclui roteiro, cenas de ação e acabamento técnico.”

        Desculpe, não dá pra acreditar que alguém sinceramente ache que Liga da Justiça tem um roteiro digno de receber um 4,5/5 (quase a nota cheia, quase um dez). É padrão de filme Oscar, então? Li seu texto e vi algumas forçações de barra, procurando pelo em ovo nos mínimos detalhes, pra justificar porque o filme é bom. Não vou dizer que você escreve mal, porque isso não é verdade… mas você é ótimo em florear um texto pra parecer fazer um produto bem melhor do que ele é: “Apenas uma determinada cena em que Snyder filma o olhar assustado de Flash em slow motion, com a habilidade de atuação de Miller, garante o movimento para o desenrolar da narrativa”.

        Dá pra achar muitos outros trechos assim. Você escreve bem, mas é nítido o esforço em achar a “genialidade nos enquadramentos”. Procurando nos mínimos detalhes, assim, você consegue até achar genialidade em “The Room”, um dos piores filmes de todos.
        Parece até eu vendendo produtos no Mercado Livre: uma fita de um jogo pirata Pokémon Jade vira um “raríssimo jogo em belo acabamento verde-jade, adquirido em 2001”

        Agora, cenas de ação e acabamento, sério? Liga da Justiça parece ser um filme B perto desse. Sugiro assistir novamente.

        “Guerra infinita é um imenso chroma key sem personalidade alguma.”

        Tá bom.



        Outra vez em que você descreve um filme mas parece querer descrever outro…

        “Você se presta a defender um filme como este dos irmãos Russo. Cada um defende o que quiser”

        Então, cara, acontece que tem uma diferença crucial que você ignora, intencionalmente ou não: é que eu NÃO sou o realizador do filme. Quando um diretor (nesse caso, OS DOIS) além de parte do elenco, renegam a própria obra, aí tem, você não acha?

        Uma dúvida: imagino que os blogs e sites que tu indicou sejam alguma referência pra ti. Você já teve a curiosidade de olhar o que essas pessoas falam de um filme e de outro? Peter Travers, Isabela Boscov, Slant Magazine e afins? Uma delas já respondeu no facebook o que acha.

        É claro que eu vi gente, críticos profissionais, que não gostaram de Vingadores, evidente. Mas se Vingadores é nota 5/10, pra Liga deram 3/10

        Vai ver você é a única ilha de bom senso no mundo.

      • André Dick

         /  28 de abril de 2018

        O roteiro de Liga da Justiça não é um destaque, mas já que você o coloca em comparação com o de Guerra infinita, é superior a este. Porque, por mais problemas que tenha, ele segue uma história relativa a esses personagens e não simplesmente os joga em cena. Talvez haja uma diferença significativa: Guerra Infinita tem muito mais personagens, o que não desculpa não dar espaço suficiente aos principais. Eu não considero Liga padrão de filme Oscar, tampouco o coloquei entre os 25 melhores do ano passado, mas considero ótimo. Quanto a “florear um texto”, acho que você está acostumado demais a quem faz isso para elogiar os filmes do MCU. Sua calúnia de dizer que sou parcial, e estou te dando espaço dentro do meu site para expressar sua opinião, mostra bem essa faceta empedernida de fã. Eu não sou parcial: eu escrevo exatamente o que penso e assinalo mais uma vez, em relação a lançar essa desconfiança desonesta sobre meu trabalho, que cotei muito bem os dois primeiros Vingadores, dos quais sou real apreciador e esclareço, inclusive, nesta crítica.

        “Você escreve bem, mas é nítido o esforço em achar a “genialidade nos enquadramentos”. Procurando nos mínimos detalhes, assim, você consegue até achar genialidade em “The Room”, um dos piores filmes de todos.”

        Não tenho nada contra os outros acharem o que quiser, inclusive ver qualidades em The room ou qualquer outro filme considerado pela maioria ruim. E tenho direito de considerar qualquer enquadramento destacável sem passar pelo crivo de quem pensa o oposto. O que renego é o falso consenso, de pessoas que consideram ter a opinião firmada e certa. E, se você vende produtos no Mercado Livre usando falsas descrições, descubra que aqui não vendo nada. O filme continuará sendo um sucesso, com ou sem minha opinião ou de outros que acharem o mesmo. E Liga da Justiça, mesmo com minha crítica, continuou sendo um fracasso de bilheteria. Já com seus compradores será decepcionante receber um material oposto à descrição. Por exemplo, colar screenshots de uma cópia ruim de Liga da Justiça se inclui entre seus produtos do Mercado Livre. Eu vi ambos os filmes em ótima imagem, e o CGI de Guerra infinita era infinitamente pior.

        Snyder e Whedon podem renegar o filme, o elenco pode achá-lo detestável, considerá-lo um sonífero, e vou continuar gostando do que realizaram. Assim como os irmãos Russo podem continuar achando ter feito uma obra-prima, um marco cinematográfico, como muitos dos fãs e admiradores do trabalho, e vou continuar achando o filme deles fraco.

        Sim, eu gosto dos sites que indico. Travers e Boscov elogiaram o filme, a Slant não etc. O que isso muda? Não sou ilha de bom senso no mundo; só não embarco na onda de elogiar os filmes por causa das críticas de outros nem me baseio em outros como parâmetros. No Rotten, que você deve adorar para sustentar seus elogios, tenho 41 solitários comigo na ilha de mau gosto do mundo.

      • Marcel

         /  28 de abril de 2018

        Complementando: o CGI de Guerra Infinita não é impecável em todos os momentos. Abaixo, pareceu ser meio fake (o cenário). Mas não tá muito longe do clímax Power Rangers de Liga da Justiça não, já que você disse que Guerra Infinita estava “infinitamente pior”. Os dois parecem fake

        Aliás, a ação na cidade no início com Homem de Ferro e Dr. Estranho, também eram em Chroma Key assim como em Vingadores 1, e tava nesse nível


        Aqui:

        Bem bom, né?

      • André Dick

         /  28 de abril de 2018

        Os efeitos especiais do primeiro Os vingadores, do qual você apresenta imagens, são ótimos, muito melhores do que os de Guerra infinita. Não há comparação. E o CGI de Liga da Justiça e mesmo do filme Power Rangers, já que você o cita em tom de sátira, é muito superior ao do filme dos irmãos Russo, embora a obra de Israelite não o use muito, mais em seu ato final. Essas cenas da cidade, por serem de dia, são as mais eficazes, mas Guerra infinita praticamente se passa todo dentro de naves ou em cenários de escombros. O tom avermelhado do final de Liga da Justiça melhora perto dele. Ademais, os efeitos especiais dos filmes do MCU, principalmente Doutor Estranho e Homem-Formiga, são muito superiores ao trabalho de Guerra infinita. Um leitor no Twitter indicou que se trata do filme mais caro da história. Se tiver custado entre 300 e 400 milhões de dólares, tirando o marketing, não aparece na tela.

    • Marcel

       /  28 de abril de 2018

      “Quanto a “florear um texto”, acho que você está acostumado demais a quem faz isso para elogiar os filmes do MCU”

      Então, não estou. Os críticos que eu leio e que aprovam o filme admitem que o filme não foca muito no roteiro, tem que se divertir com a ação, humor e interação entre os personagens, e não tentam achar “genialidade nos enquadramentos” e qualidade onde inexiste. Não vi nenhum descrevendo alguma cena com tanta minúcia como você fez.

      Eles basicamente ao elogiar dizem em “cenas de ação eletrizantes” e coisas do tipo.

      “Sua calúnia de dizer que sou parcial”

      A mesma que você comete ao acusar os críticos que elogiam a Marvel, em resposta ao meu primeiro comentário.

      “faceta empedernida de fã.”

      Não sou fã de editora. Gosto muito de Cavaleiro das Trevas, Batman Begins e outros. Mas esse Liga da Justiça não dá, é muito mediano e abaixo do que poderia. Quer ver como isso não tem nada a ver com ser fã? Dá uma passada em grupos da DC no facebook; até lá o pessoal ficou decepcionado com o resultado da Liga. Se bem que vai ser difícil encontrar as reações porque faz meses que o filme estreou e não é mais assunto lá.

      “Eu vi ambos os filmes em ótima imagem, e o CGI de Guerra infinita era infinitamente pior.”

      Nesse caso eu recomendo um oftalmo. Quer que eu pegue imagens em alta de definição do Liga da Justiça pra você ver como continua parecendo “fake” e estranho os cenários, principalmente no clímax com o céu vermelhão? Se quiser eu faço.

      “E, se você vende produtos no Mercado Livre usando falsas descrições”

      Não vendo nada com falsas descrições, apenas “floreio” pra parecer melhor do que é.

      “No Rotten, que você deve adorar para sustentar seus elogios, tenho 41 solitários comigo na ilha de mau gosto do mundo.”

      Então, cara, não tem.

      Tem 41 pessoas que reprovaram o filme lá, mas preste atenção no que escrevo: como eu disse anteriormente, mesmo os críticos que reprovaram Vingadores 3 reconheceram ao menos que este é superior a Liga da Justiça e deram nota menor ainda.

      Há críticos que pegam no pé desse tipo de filme porque o enredo é fraco (vilão alienígena coletando artefatos pra dominar o mundo). Os dois tem esse enredo batido, mas Vingadores é superior na ação e efeitos especiais (desculpe, só cego pra não perceber isso), então se Vingadores recebe 5/10, Liga recebe 3/10 dessa gente. Eu achei um só que deu nota maior pra Liga do que pra Vingadores, mas os dois receberam notas ruins (1,5 e 2,0). Nada que justifique uma disparidade enorme como a sua a ponto de Liga receber O TRIPLO da nota de Vingadores, porque mesmo onde a Liga ganha, a disparidade não é tão grande assim, desculpe, como se um filme fosse nota 3/10 e outro fosse 9/10. Nessa cruzada você está só mesmo.

      Responder
      • André Dick

         /  28 de abril de 2018

        Se você considera os críticos que lê satisfatórios e não gostou da minúcia com que descrevi um determinado enquadramento (espetacular) com Ezra Miller como The Flash em Liga da Justiça, o problema é de perspectiva e da caluniosa parcialidade que você apontou em meus comentários. Talvez se eu analisasse algum enquadramento notável em Guerra infinita, que não encontrei, você não dissesse o mesmo – o que não modificaria nada. Eu me diverti com a ação, humor e interação entre os personagens do filme de Snyder e Whedon, e não com os do Russo, mas cinema não é apenas isso: a Liga, por mais que as filmagens tenham sido uma bagunça, oportuniza aos personagens uma chance. Em Guerra infinita, isso inexiste.

        Não tenho a menor dúvida de que há “floreios” em relação aos filmes da Marvel e é justamente sua posição em caluniar meu trabalho e depois mandar prints de comentários de outros críticos, que mostra o quanto o incomoda que haja uma “ilha solitária” (sabendo que outros consideram o mesmo) dizendo o contrário do que espera.

        Eu não avalio filmes a partir de grupos do Facebook ou de críticos de cinema. Eu avalio a partir do que penso. E sua posição é de fã empedernido, sim, sem dúvida. Liga da Justiça é um filme que recebeu uma carga grande de críticas e acho o filme o oposto do que a maioria considera bastante satisfatório. Você pode gostar de Cavaleiro das trevas etc., mas apenas o fato de se incomodar com esse meu elogio (que reitero com louvor) a Liga mostra que há uma faceta que talvez você não tenha chegado a descobrir. E é comum que isso aconteça quando se passa a ver o cinema sob a visão dos outros.

        Em relação ao CGI, eu não te recomendaria nenhum especialista clínico, apenas uma cópia decente do material de origem. Quanto ao CGI da parte final de Liga da Justiça, eu mesmo o critico em minha análise. Ainda assim, é melhor do que o chroma key infinito dos irmãos Russo, que praticamente só permite uns 20 minutos de filme em cenários reais.

        “Não vendo nada com falsas descrições, apenas “floreio” pra parecer melhor do que é.”

        Diga isso a quem compra seus produtos.

        “Tem 41 pessoas que reprovaram o filme lá, mas preste atenção no que escrevo: como eu disse anteriormente, mesmo os críticos que reprovaram Vingadores 3 reconheceram ao menos que este é superior a Liga da Justiça e deram nota menor ainda.”

        Perceba a sua necessidade de vassalagem: o crítico pode até criticar Guerra infinita, mas, se falar que é melhor que Liga da Justiça, continua sendo um crítico “isento”. Isso é mais do que necessidade de consenso: é ausência completa de opinião particular. A tentativa de você querer equilibrar notas é risível. Se há alguém sozinho numa cruzada não seria eu.

        E finalmente a sua necessidade de achar que quem considerou o filme de Snyder e Whedon melhor como alguma falha de percepção só mostra que o problema de percepção é o seu. “Aconselho um oftalmo”, “só cego pra não perceber”… Pelas suas mensagens, você não percebe o básico: que cinema é uma compreensão particular, que cada um elogia o que quiser (mesmo The room, citado por você) e, finalmente, que a calúnia é o refúgio de quem se surpreende que haja quem diz o que não espera, porque, na verdade, é um fã empedernido.

      • Marcel

         /  29 de abril de 2018

        “e não gostou da minúcia com que descrevi um determinado enquadramento (espetacular) com Ezra Miller como The Flash em Liga da Justiça”

        Ok, não dei um bom exemplo: a cena é até criativa, achei engraçadinho e tudo mais (embora eu não classifique como “espetacular”) mas tem outros momentos em que você parece querer transformar algo que é banal em extraordinário, com direito a achar referências a Campo dos Sonhos, Senhor dos Anéis, Excalibur e afins. Ou ressaltar um diálogo comum dos Stone, que não tem nada de mais. Não é que eu não goste, é que soa forçado e inconvincente, parece uma tentativa de “florear” o produto que é apenas banal. Porque é isso que o filme é: é um filme banal, extremamente comum e genérico, com humor genérico, vilão genérico e principalmente clímax preguiçoso e genérico.

        Não compreendo como alguém veja algo de especial (a ponto de dar quase 10) em um filme tão comum e previsível (algo que você criticou em Pantera Negra) como esse. Existem uns 3 momentos do filme que são mais inspirados (incluindo aí a luta do vilão contra as Amazonas, que é bem filmado). De resto, cai na vala comum da mediocridade.

        “justamente sua posição em caluniar meu trabalho”

        Ok, desculpe se eu te ofendi. Peço desculpas aqui.

        Mas é impressionante como você se dói até agora por causa disso que eu disse uma vez, mas não hesitou em caluniar seus colegas de trabalho que gostaram dos filmes da Marvel, sem nem saber se eles são mesmo parciais ou se legitimamente gostaram do filme.

        “Diga isso a quem compra seus produtos.”

        Nunca ninguém reclamou. Nunca menti, apenas fiz a oferta se tornar mais atraente. Talvez alguém tenha se arrependido por não ter gostado do jogo, mas olha, eu nunca disse que o jogo era bom, e sim que o acabamento era belo. Eu também já comprei coisas impelido pela oferta atraente e me arrependi, mas não tenho como culpar a ninguém senão a mim mesmo, até porque o vendedor não mentiu pra mim, apenas fez uma embalagem bonita que me fez comprar.

        Não acontece isso direto com livros pra você? Eu leio bastante, e pra mim é comum: arte da capa bonita, e título imponente, mas o conteúdo do livro não acompanha.

        “o crítico pode até criticar Guerra infinita, mas, se falar que é melhor que Liga da Justiça, continua sendo um crítico “isento”. Isso é mais do que necessidade de consenso: é ausência completa de opinião particular.”

        Não é ser isento, é ter bom senso mesmo. A arte é subjetiva, mas até certo ponto. Por exemplo, tem gente que acha Kathy Bates melhor que Meryl Streep. Discordo, mas não acho um absurdo dizer isso. Agora, Caio Castro atua melhor que Fernanda Montenegro? Isso é subjetivo? Desculpe, pra mim não é.

        O que você acharia de um crítico que dá 10/10 pra Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida e dá nota 0/10 pra O Iluminado? Você iria achar normal e compreender que cinema é uma “compreensão particular”, como você diz? Eu acho que acontece isso daqui… mas em menores proporções, claro, porque nenhum dos dois é uma obra-prima como O Iluminado e nem um lixo como Xuxa, mas a disparidade não pode ser tanta a ponto de um ser quase 10 e outro ser 3. Eu já acho meio estranho o fato isolado de alguém tão versado em cinema ver Liga da Justiça (!) como um filme tão bom e digno de nota, mas deixa pra lá.

        “E finalmente a sua necessidade de achar que quem considerou o filme de Snyder e Whedon melhor como alguma falha de percepção só mostra que o problema de percepção é o seu. “Aconselho um oftalmo”, “só cego pra não perceber””

        Por favor, não tire minhas frases de contexto: essas coisas que eu disse foram referente à qualidade dos efeitos especiais, não à qualidade do filme em si. Nesse caso não tem discussão, cara, desculpe, tecnicamente um filme é superior ao outro. Se Liga da Justiça fosse “infinitamente superior” (não um pouco, infinitamente) a Guerra Infinita, teria sido indicado ao Oscar de Melhores Efeitos Especiais, porque Guerra Infinita não é tão tosco assim pra haver qualquer filme “infinitamente superior” a ele em efeitos.

      • André Dick

         /  29 de abril de 2018

        Se você não achou a cena espetacular, eu achei. E considero todas as referências a filmes citados plausíveis, pois representam o que penso. Sobre Campo dos sonhos, é evidente a referência; sobre Excalibur, também; sobre O senhor dos anéis, igualmente. Independente do que achou, elas estão lá. Não se pode lembrar deles porque o filme não te agradou? Se soa forçado e inconvincente para você não o é para mim. Se Guerra infinita remetesse a outras obras, eu diria. Não remete. O diálogo entre os Stone é tudo o que falta no filme dos irmãos Russo: não há neste nenhum sentido de aproximação entre os personagens, nenhuma emoção sobre o passado ou o destino deles (tirando a cena final). Banal e genérico, para mim, é, portanto, Guerra infinita, que não aproveita quase nada do que Whedon revitalizou nos dois primeiros. O que é lamentável, pois Whedon deixou um campo aberto de possibilidades para eles.

        Cabe a você dizer o que acha e eu considerar suas palavras com o tom que elas possuem. “caluniar colegas de trabalho” é a outra expressão para o que você pretende com esse discurso: que eu siga os parâmetros de quem elogiou o filme. Os parâmetros competem a eles, mas apontar minha “parcialidade” é uma calúnia diante de você ver em todos que elogiam “isenção” e “bom senso”. Isso indica apenas que você queria que eu acompanhasse o consenso, ou seja, que eu elogiasse o filme. Não é possível. Nesse sentido, eu só não posso debater temas num filme que não me apresenta temas. Em Vingadores – Era de Ultron há todo um debate sobre ciência de fundo, entre Stark, Banner, Visão; sobre o passado dos personagens; sobre mitologia. Não são floreios; é a realidade. Isso inexiste em Guerra infinita, voltado apenas a caos e sequências de ação. E não avalio a “capa” dos filmes e sim o conteúdo. Você os avalia pela “capa” da média do que os críticos disseram. Isso significa não ter opinião própria. Não há conteúdo num filme que mude isso.

        “o crítico pode até criticar Guerra infinita, mas, se falar que é melhor que Liga da Justiça, continua sendo um crítico “isento”. Isso é mais do que necessidade de consenso: é ausência completa de opinião particular.” “Não é ser isento, é ter bom senso mesmo. A arte é subjetiva, mas até certo ponto.”

        Não, é vassalagem mesmo. Você acha que a arte, sendo subjetiva, seria “até certo ponto”. Tudo teria um limite. E o limite ultrapassado é considerar Liga da Justiça nota 9 e Guerra infinita nota 3. Quanto aos exemplos que oferece, são muito particulares. Eu não desconsidero ninguém, e cada um pode ter momentos de brilho, independente de quem seja, em obras particulares. A atuação de Meryl Streep em The Post é uma das piores da atriz. Kathy Bates se torna a melhor atriz de todos os tempos com sua atuação em Misery perto dessa atuação de Streep. Seria melhor atriz? Não, porque Streep fez As pontes de Madison, Kramer vs Kramer etc. Sobre Fernanda Montenegro, é a melhor atriz brasileira na minha opinião, ou seja, seria difícil fazer frente a ela; desconheço o trabalho do ator que você cita.

        Quanto ao exemplo de filmes, é risível. Cada um gosta dos filmes que quiser. Mas há filmes extraordinários, como a maioria dos de Kubrick, perto dos quais poucos filmes fariam frente na história. A diferença de notas não diz respeito a você; diz respeito à minha visão de cinema. Você pode oferecer 10 ao filme; eu continuo achando que é nota 3.

        “Por favor, não tire minhas frases de contexto: essas coisas que eu disse foram referente à qualidade dos efeitos especiais, não à qualidade do filme em si.”

        Não tiro as frases de contexto e tecnicamente Liga é superior, para mim, do que Guerra infinita. Não é você que define que não tem discussão. Tudo tem um ponto de discussão. Pode ser algo extraordinário, mas é assim, queira você ou não. Liga da Justiça não ter sido indicado ao Oscar é comum: as produções indicadas este ano eram melhores, superiores, inclusive Guardiões da galáxia 2. Mas o trabalho de efeitos de Guerra infinita é inferior a todos os indicados, na minha opinião, e inferior a Liga da Justiça. Muito, aliás. Não são os seus screenshots que me farão mudar de ideia.

      • Marcel

         /  29 de abril de 2018

        “Mas o trabalho de efeitos de Guerra infinita é inferior a todos os indicados, na minha opinião, e inferior a Liga da Justiça. Muito, aliás. Não são os seus screenshots que me farão mudar de ideia.”

        Amigo, deixa eu te explicar de novo: não tem essa de “minha opinião” aqui. É porque é. Quesitos técnicos não são questão de opinião. Por exemplo: o filme que eu ponho abaixo é inferior a Liga da Justiça em quesito de efeitos especiais. Ou você acha que é possível discordar?

        Não adianta dizer “na minha opinião”. Não é uma questão de opinião, camarada, vá estudar Cinema, meu caro.

      • André Dick

         /  29 de abril de 2018

        “Amigo, deixa eu te explicar de novo: não tem essa de “minha opinião” aqui. É porque é.”

        Sim, “no princípio era o verbo” e ainda continuamos em discussão sobre a origem e os destinos da humanidade. Você não é nenhum técnico da Industrial Light & Magic para dizer que os efeitos especiais de Guerra infinita são indiscutivelmente melhores. Eu considero que os de Liga da Justiça são. Adivinhe: é uma “questão de opinião”. Este vídeo que você coloca é uma farsa. E, se eu não estudei cinema, você está muito preocupado com minha análise.

  2. Leandro

     /  28 de abril de 2018

    Absurdo! Este é o filme evento desta década.

    Responder
  3. Go Avengers

     /  28 de abril de 2018

    Senti vergonha alheia lendo essa crítica. É um dos maiores filmes já feitos.

    Responder
    • André Dick

       /  28 de abril de 2018

      Eu senti não vergonha alheia, mas perplexidade, lendo elogios a este filme. Não levemos para o lado de que este pode ser o Cidade Kane dos filmes de super-heróis.

      Responder
  4. Paula Rocha

     /  29 de abril de 2018

    Como apenas UM FILME pode suscitar tantas reações e emoções exacerbadas??? Estou em choque! Ainda não assisti ao filme e agora é que fiquei curiosa mesmo depois de ver tantas pessoas nos comentários horrorizadas com a crítica do André Dick, que hoje em dia, é um dos poucos críticos de cinema que realmente leio.
    Entretanto, também achei muito estranha a nota que ele deu, mas isso não faz com que todos tenhamos que concordar com ele ou fazer com que ele mude de ideia. Cada um tem sua visão e a absorção de uma obra é diferente para cada um.
    Acho muito deselegante as pessoas quererem refutar um texto de alguém que ENTENDE MUITO de cinema só porque não concordam com o que ele pensa. Pior ainda querer fazer com que esse crítico pense do mesmo modo da maioria dos outros críticos.

    Responder
    • André Dick

       /  29 de abril de 2018

      Prezada Paula,

      agradeço por seu comentário generoso sobre o trabalho efetuado aqui. Fico feliz que realmente aprecie minhas críticas, independente de concordar ou não com elas. Não teria mais nada a acrescentar de relevante. Espero que, como apreciadora de filmes de super-heróis, aprecie mais este filme, como outros apreciaram. Achei inferior a Doutor Estranho, antes, para mim, o filme mais fraco do MCU. Hoje há uma obsessão por notas, o que se deve ao Rotten Tomatoes, Metacritic, IMDb etc. Filmes não são vistos, são cotados. E não se pode gostar mais de um filme com os heróis rivais de outra companhia. Se alguém ganha com isso, não é o público em geral. Apenas se institui a ideia que vejo em grande parte na recepção principalmente dos últimos filmes da Marvel: a tentativa de buscar um consenso público generalizado. E o público que desgosta desses filmes (e tenho certeza que milhares de pessoas não gostam) não se manifestam porque não querem ir contra esse “consenso”. Nisso, aparece quem queira modificar a opinião de quem pensa diferente. Os fóruns estão dominados por essas características. Apenas para confirmar minha nota: este filme é ruim na minha opinião, muito inferior a Guerra Civil, do qual não chego a ser apreciador, mas tinha roteiro e tentativa de elaborar personagens. Tendo apreciado os dois primeiros Vingadores, não me alegra dizer isso.

      Agradeço mais uma vez e volte sempre!

      Abraços,
      André

      Responder
  5. voce e louco

    Responder
  6. “Os Russo acreditam oferecer um ar dramático ao vilão Thanos, mas se trata de uma figura tão carregada digitalmente (e que nem as expressões de Brolin conseguem realçar, ao contrário de Serkis ao interpretar Cesar em Planeta dos macacos) que soa, a cada instante em que aparece, artificial como a história que o cerca.”

    XXXX

    Responder
  7. Anônimo

     /  30 de abril de 2018

    DCenete com depressao e recalque e foda, vai caçar o que fazer pq pra critico vc nao serve, um kara que acha liga da justiça melhor do que essa obra prima chamada Guerra infinita, não poder ser considerado um critico. PS: Guerra infinita com apenas 3 dias praticamente passo a bilheteria da liga, 630 milhoes de dolares, isso nao e um filme, e um evento, entao chora mais que ta pouco 🙂

    Responder
  8. Anônimo

     /  30 de abril de 2018

    Nossa, o cara nem esconde que é fã da DC pra elogiar um filmeco como Liga e detonar essa obra prima da Marvel. Não tem vergonha?

    Responder
    • André Dick

       /  30 de abril de 2018

      Vergonha eu tenho de quem vive, igual a você, neste universo (compartilhado anonimamente) em que só existem duas companhias de super-heróis. Sou fã de filmes bons, o que, particularmente, não é o caso deste.

      Responder
  9. Maior bilheteria do ano

     /  30 de abril de 2018

    Imparcialidade?

    Pantera Negra – 2,5/5
    Thor Ragnarok – 3/5
    Dr. Estranho – 2/5
    Guerra Civil – 3/5

    BvS – 5/5
    Liga – 4,5/5

    Responder
    • André Dick

       /  30 de abril de 2018

      Esqueceu de alguns na sua lista seletiva:

      Thor: O mundo sombrio – 3,5/5
      Os vingadores – 4/5
      Vingadores – A era de Ultron – 4/5
      Homem-Formiga – 4/5
      Guardiões da galáxia – 3,5/5
      Guardiões da galáxia Vol. 2 – 4/5
      Homem-Aranha – De volta ao lar – 4/5

      E acrescento:

      Vingadores – Guerra infinita – 1,5/5

      Responder
  10. Edinho Carvalho

     /  30 de abril de 2018

    Meu Deus! Como pode alguém tentar defender Liga da Justiça, e ainda tentar comparar com o espetáculo que foi Guerra Infinita? Isso é piada, pegadinha, ou doença?

    Responder
  11. Anônimo

     /  30 de abril de 2018

    Fã da DC babaca, aqui é Marvel! Ninguém liga pro que vc disse!

    Responder
  12. Stark

     /  30 de abril de 2018

    Se quis chamar atenção não conseguiu, quem se importa com tua crítica. Esse filme é top, o melhor já feito.

    Responder
  13. felipekerley

     /  1 de maio de 2018

    Amigo desculpas, mas não da pra não dizer que você foi imparcial na crítica, claramente da pra perceber que você é mais admirador do universo DC, e a forma como eles conduzem os filmes, mas na hora da crítica temos que ser no mínimo sensatos. E isso é claramente negado quando leio a crítica de Suicide Squad, um dos filmes mais fracos já feitos em todos os quesitos, eu até tentei gostar, juro, mas é única coisa boa daquele filme foram os trailers, e pela crítica, na sua opinião ele é bem melhor que vingadores 3. Guerra infinita, é o ápice da construção de um universo de 10 anos, algo que nunca nenhuma produtora ou marca teve coragem de fazer, esse universo é como você ler um livro de 500 paginas, onde tudo é interligado, sem duvida é um dos mais corajosos da história, não confunda com o melhor da história, mas no ramo de heróis, sem duvidas está nas cabeças… respeito sua opinião, e você não precisa gostar mais da Marvel ou DC, porém temos que ser sensatos, só isso, acho o universo compartilhado da DC bem fraco, infelizmente, mas aprendi a gostar de BVS (na época tinha detestado) e gostei demais de WW, agora o restante infelizmente ficaram bem abaixo das expectativas, principalmente A LIGA. A forma como eles claramente quiseram encaixar a fórmula Marvel, prejudicou o filme, e o vilão nada ameaçador, principalmente quando o Superman entra em ação, sendo que quase todos os seres do universo tentaram vencer o Lobo da estepe e não conseguiram, é apenas super, brincou como de ele fosse nada, não teve peso e nem impacto. Ah e você escreve muito bem e vejo que entende bem legal de filmes e cinema, na minha opinião só tem que rever essa questão da imparcialidade e ser sensato, vai além de gosto. Abraços!

    Responder
    • André Dick

       /  1 de maio de 2018

      Felipe,

      você parte do princípio de que, por eu não ter gostado do filme, sou “mais admirador do universo DC, e a forma como eles conduzem os filmes”. Não sou mais admirador da Marvel, nem da DC, apenas de bons filmes. E ser sensato depende do ponto de vista: se tivesse escrito o que você queria ler sobre o filme, seria sensato e imparcial. Como não escrevi, deixo de ser. É um risco, claro. Sobre Esquadrão suicida, decisivamente gosto do filme. Não me guio por críticas generalizadas. Por exemplo: gosto mais de Esquadrão do que de Mulher-Maravilha, o filme melhor aceito do DCU, que tem qualidades, mas considero excessivamente linear. Visualmente e tematicamente, Esquadrão me diz mais do que este Vingadores, embora seja inferior aos dois primeiros Vingadores e a vários outros da Marvel. Eu aprecio muito o primeiro Hulk, de Ang Lee, por exemplo, que não é considerado do universo compartilhado e costuma ser execrado pela base de fãs da Marvel, assim como considero os dois primeiros Thor superiores ao Ragnarok, com o que a base de fãs dificilmente concorda. Acho Homem-Formiga um filme ótimo e subestimado. O último Homem-Aranha é um grande acerto. Guardiões da galáxia Vol. 2 inova em vários quesitos, para mim mais do que o primeiro. Todos eles são superiores a Esquadrão e Mulher-Maravilha, por exemplo. Isso não é falta de bom senso, é apenas opinião particular. Se você basear sua própria opinião na recepção de cada filme, na “sensatez” e “imparcialidade” geral, você acabará discordando de si mesmo, então basta entrar no Rotten, IMDb e Metacritic e fazer uma média geral para agradar a todos.

      Você afirma que este Vingadores “é o ápice da construção de um universo de 10 anos, algo que nunca nenhuma produtora ou marca teve coragem de fazer, esse universo é como você ler um livro de 500 paginas, onde tudo é interligado, sem duvida é um dos mais corajosos da história, não confunda com o melhor da história, mas no ramo de heróis, sem duvidas está nas cabeças”. Bem, eu não tenho como me contrapor à sua opinião sobre o que o filme representa para você. Gostaria que o ápice, principalmente pelo trabalho anterior de Whedon, fosse melhor. Não acredito que ele interligar personagens seja necessariamente o motivo para ser um destaque especial. Preferia um filme “menor”, com menos tentativa de ser épico, mas melhor. Não acho que também haja uma interligação tão evidente. Há pontos-chave aqui e ali em cada filme, de qualquer modo as histórias seguem cada uma do seu jeito. Não consigo visualizar esse filme como um ponto máximo ou de chegada dos anteriores, a não ser por reunir os personagens e pela presença do vilão que se anunciava aos poucos. E, como observo na crítica, James Gunn acertaria mais neste filme do que os irmãos Russo, pela sua excelência visual. Não estou analisando também esses filmes sob o ponto de vista de um universo compartilhado: o da DC começou em 2013 e demorou 3 anos para ter uma continuidade; o da Marvel tem 10 anos e uma quantidade muito maior de filmes, um cronograma muito mais regrado. Analiso os filmes um a um. Dentro do universo compartilhado, Homem de ferro 3 pode acrescentar temas aos próximos, contudo, como filme, acho muito fraco.

      Quanto à Liga da Justiça, que é o causador da polêmica aqui, não posso negar que eles tentaram usar a fórmula Marvel, principalmente com a contratação de Whedon, levando em conta, desde o início, que ele não teria o tom de BvS, mesmo porque não trataria de um confronto e teria de falar da união de um grupo de super-heróis. No entanto, considero o filme com temas mais interessantes (referentes aos conflitos cada herói) e visual mais apurado (tirando o CGI do ato final) do que o de Guerra infinita. O que vejo com muita ressalva é considerar normal que Thanos seja visto como digitalmente impecável, e o vilão de Liga da Justiça muito mal feito. Os dois são mal feitos. Não senti ameaça, de forma geral, em nenhum deles (apesar da invasão do Lobo da Estepe no templo das amazonas tenha sido muito bem feita) e não aprecio o roteiro de nenhum dos dois. Não consigo ver impacto ou coragem nesse final de Guerra infinita, como a maioria achou. O Era de Ultron, hoje e mesmo na época de lançamento normalmente visto com desconfiança, e que considero em todos os quesitos um filme superior, tinha um final que não era, digamos, tão triste, mas, por ter desenvolvido melhor os personagens, me deixou com mais interesse de vê-los em ação novamente.

      Um abraço,
      André

      Responder
  14. Beto

     /  2 de maio de 2018

    Gostei do filme, assisti duas vezes.. cumpriu a finalidade que era divertir. Mas sim, achei o filme muito curto e poderiam ter desenvolvido mais, o que creio terem feito, mas por motivos de edição, cortes e não deixar o filme muito longo, senti falta em alguns momentos, que tudo se passou de forma apressada. Talvez uma versão estendida em Blu-ray resolva isso. Dará mais dramaticidade e desenvolvimento a história. assisti Liga da Justiça, e poderia ser melhor, mudaram o contexto da história, não colocaram o vilão de verdade, e sim um vassalo, cortaram muita coisa, refilmaram outras para dar um aspecto mais MCU a DC, não pensaram no filme, mas na bilheteria e quebraram a cara… Deveriam ter deixado a visão original. Guerra Infinita, mesmo sendo marvel desde os 6 anos (na década de 80) merece sim críticas no sentido de terem deixado de lado mais uma hora de filme, que, tranquilamente não cansaria. Cito a Trilogia LOTR, que não canso de assistir a Versão estendida, sem me entediar… e creio faltar isso nos filmes de heróis, mais tempo de tela para tramas grandes como Vingadores: Guerra Infinita. A motivação de Thanos está mais crível que nos quadrinhos, nos quais ele só queria matar todo mundo para agradar sua amada morte (isso não caberia em visão cinematográfica). sem os exageros babões de sites como omelete ou críticas totais como esta… respeito a todos, O importante para mim, é cumprir a finalidade, diversão em tela grande, sair com vontade de ver novamente. isso cumpriu. Logicamente, sim, merece criticas no sentido de ter mais tempo e não “apenas” 2h30 de filme, merecia umas 4 horas, mesmo que em versão estendida como LOTR.

    Responder
    • André Dick

       /  2 de maio de 2018

      Gostaria de ver uma versão estendida de Guerra infinita, pois o maior problema dele me parece ser a montagem. O privilégio dado às cenas de ação ultrapassa a interação mínima entre os personagens. E o espaço dado ao Homem de Ferro, Homem-Aranha e Hulk me parece muito abaixo do normal, independente do que vierem a aparecer na continuação. Eu acho as versões estendidas de O senhor dos anéis, principalmente a de As duas torres, notavelmente superiores às originais. Também não me canso de rever.

      Responder
  15. O tempo dos criticos está chegando ao fim .
    ele não tem mais condições de julgar obras que não entende .
    É totalmente desajustado e sem sintonia , uma busca de profundidade a procura falhas em obras que originalmente ele desconheçe .

    parece um insulto?
    não …vamos aos fatos .
    metacritic – toda critica profissional não entende a obra original .
    olha starwars o ultimo gedi .
    olha a nota da critica para essa porcaria . 8.8
    olha a nota dos fans . 4.6

    a mesma coisa aconteçe com guerra infinita .

    crítica que se julga pro vcs estão indo direto para o abismo.
    vc não entendem o público .
    e o público normal não entende vcs .

    Responder
    • André Dick

       /  2 de maio de 2018

      Nesse sentido, eu não teria entendido este Vingadores, mas entendi os dois primeiros, dos quais gostei muito, e outros filmes da Marvel. Não procurei falhas, apenas as encontrei. E busca de “profundidade” cabe a cada espectador, vendo um blockbuster ou um “filme artístico”. A partir disso, o que se faz com Guerra infinita, que é tão elogiado pela crítica quanto pelos fãs? Também é curioso dizer que a crítica profissional não entende a obra original e você grafar Jedi como Gedi. Nem fãs nem críticos são parâmetros para julgamento definitivo de obras. Cada um deve achar o que quiser de um filme. E, mesmo criticando, sou admirador de muitos filmes como milhares de fãs.

      Responder
  16. Fernando

     /  4 de maio de 2018

    André… André… hoje as pessoas são tão egocêntricas que quando leem um comentário/crítica/opinião que seja divergente da sua se sentem PESSOALMENTE atacadas, como se você tivesse acordado hoje de manhã e pensado “ah… eu vou escrever diretamente pra Fulano, porque sei que ele gosta de tal estúdio.”

    Isso é de uma imaturidade tão gritante que até dói, sabe?

    Eu leio todas as suas críticas, embora não comente com regularidade. Não apenas as suas, leio de vários sites e anteriormente, de revistas, como a finada SET. Concordando ou não, ter o privilégio de apreciar pontos de vista distintos apenas enriquecem a minha experiência em relação ao filme, destacando qualidades que eu posso ter deixado passar ou revelando deslizes que eu, num primeiro momento, posso não ter percebido.

    O que essas pessoas não se deram conta é que, no final, a decisão de gostar ou não do filme é delas e apenas delas. A experiência sensorial não é sua ou minha, é da pessoa que assistiu ao filme. E essa percepção não muda (ou não deveria mudar) apenas por conta de existirem outras percepções diferentes das dela.

    Que tipo de pessoa eu seria se deixasse de comer pizza de atum (que eu adoro) apenas porque li num site que o “Chef Fulano disse que pizza de atum é horrível”? Da mesma forma, porque cargas d’água eu entraria no site desse mesmo Chef pra ofende-lo apenas porque ELE não gosta de pizza de atum?

    Deposita-se muito poder “de graça” nas palavras alheias.

    Leio sua crítica. Concordo. Legal. Vejo (ou revejo) o filme e sigo feliz.
    Leio sua crítica. Não concordo. Legal. Vejo (ou revejo) o filme e sigo feliz.

    Simples assim.

    Abraços e continue o excelente trabalho!

    Responder
    • André Dick

       /  4 de maio de 2018

      Prezado Fernando,

      agradeço por suas palavras sempre generosas sobre o trabalho efetuado aqui, independente de você concordar ou discordar das críticas, e é uma honra saber que você acompanhava também a SET, que faz tanta falta ao cenário de publicações sobre cinema e marcou toda uma geração. Eu não esperava essa reação a respeito da crítica, sobretudo porque quando elogiei Os vingadores o post não recebeu nenhum comentário. O que me leva a acreditar que isso que você observa é justamente o que acontece. Passa a ser ofensivo e “parcialidade” apenas de acordo com a crítica (negativa) sobre determinado filme. E, quando a questão passa a ser defender companhia X ou Y, o cinema fica em segundo plano. O egocentrismo se mescla a uma necessidade de defender um estúdio! Não vejo com desconfiança quem gostou de um filme, o que é normal, está no nível de aceitação pessoal, e sim quem leva tudo para o campo da rivalidade. E, se observam que eu elogiei um filme por parcialidade, acabo tendo de entrar nessa discussão.

      “O que essas pessoas não se deram conta é que, no final, a decisão de gostar ou não do filme é delas e apenas delas. A experiência sensorial não é sua ou minha, é da pessoa que assistiu ao filme. E essa percepção não muda (ou não deveria mudar) apenas por conta de existirem outras percepções diferentes das dela.”

      Bem, isso é definidor. Não teria mais o que acrescentar. Numa época em que a recepção de cada filme deve ser filtrada em comparação com o que dizem os críticos do Rotten e do Metacritic e o público do IMDb, alguns já parecem ter perdido em parte a opinião própria e querem impor um consenso. Tanto que se tenta comparar com o que eu disse sobre Guerra infinita ao que eu disse sobre Liga da Justiça, visto com desconfiança mesmo pela base de fãs da DC, e não com BvS. Ou seja, quer se considerar ridículo defender Liga, porque se sabe da bilheteria amarga que teve, do que os próprios fãs desses super-heróis acharam em grande parte. Daí a necessidade desse comparativo. O que não muitos não percebem é justamente que cinema é, como você lembra, uma experiência particular. Os sites agregadores de notas parecem ter levado alguns a considerarem o cinema uma ciência exata: deve-se gostar do que é considerado pela maioria bom, e vice-versa.

      Agradeço mais uma vez por suas palavras, Fernando, e volte sempre!

      Abraços,
      André

      Responder
      • Ranieri do Vale

         /  7 de maio de 2018

        André, faço minhas as palavras do Fernando e da Paula Rocha. Pela primeira vez desde que virei um seguidor não concordei com uma critica sua, porém aceito sua opinião e sigo adorando o filme. Sua critica só me fez ter vontade de assistir ao filme novamente para avalia-lo melhor e talvez com olhos menos empolgados de alguém que cresceu com esses heróis. Concordando ou não com seu texto espero que continue fazendo esse ótimo trabalho que eu continuarei seguindo!
        PS: Adorei o Thanos, não sentia medo de um supervilão desde o Coringa de Heath Ledger. Mas é somente minha humilde opinião pessoal.

      • André Dick

         /  8 de maio de 2018

        Prezado Ranieri,

        agradeço por sua mensagem generosa sobre o trabalho efetuado no site e pela compreensão de que se trata de uma crítica específica. Tenho certeza de que eu devo assistir ao filme novamente, embora eu ainda esteja decepcionado pelo resultado. Fico feliz que, você apreciando o gênero, tenha gostado, inclusive do vilão (cuja “maquiagem” digital me parecia melhor nos filmes em que apareceu anteriormente, apenas para determinar um pouco melhor minha opinião). Meu problema com o filme se baseia basicamente em duas coisas: na montagem e no estilo visual dos irmãos Russo. Nossa impressão sobre Pantera Negra teve mais pontos em comum, mas está bem assim e cinema é feito de concordâncias e discordâncias, como não poderia deixar de ser.

        Agradeço por sua leitura e volte sempre!

        Abraços,
        André

  17. Leandro

     /  5 de maio de 2018

    Claramente vejo a procura por um nicho aqui. O nicho dos “adoradores da DC, não importa quanto a Marvel acerte”. nunca li tanta coisa descolada da realidade, beira ao universo paralelo com descolamento de retina. Caí na besteira de clicar num link e parar aqui. Nunca mais. Melhorem. E deixem de torcer, tem futebol pra isso.

    Responder
  18. Olá, fiquei surpresa com alguns pontos de sua crítica, concordo e discordo com algumas questões, mas acima de tudo respeito sua crítica. Acredito de críticas de filmes positivas e negativas são necessárias, até pq se todas as opiniões fossem iguais o mundo seria no geral muito pálido.

    Parabéns por manter as discussões e pela paciência em responder cada pessoa revoltada

    =)

    Responder
    • André Dick

       /  8 de maio de 2018

      Prezado(a),

      Agradeço por sua mensagem e por ver a crítica como uma crítica, sem nenhuma importância a mais. Acho que a área de comentários se sustenta num debate aberto, sem nenhuma tentativa de consenso a partir do que se diz sobre um filme de modo geral. E, no meu caso, sem tentativa de desmerecer ou enaltecer comparativamente um filme porque ele teria agradado mais ou menos. Isso é busca de um falso consenso. Se todos tivessem a mesma opinião, as listas de melhores filmes no fim de cada ano seriam iguais e todos veriam as mesmas obras. Sei que Guerra infinita lida também com a expectativa dos fãs, mas se as obras são boas elas permanecem, independente deles ou da crítica.

      Fico feliz por sua compreensão.

      Volte sempre!

      Abraço!
      André

      Responder
  19. Ranieri do Vale

     /  3 de agosto de 2018

    André, enfim consegui assistir ao filme em alta resolução e realmente agora concordo com você em relação ao CGI do filme, Thanos e outras cenas ficaram bem aquém de um filme desse porte. Inclusive em uma das cenas finais(ALERTA DE SPOILER)…………………………

    logo após Thanos executar seu plano, aparece a equipe sobrevivente do combate na Terra e o CGI é risível, desde a floresta até o Mark Ruffalo na armadura Hulkbuster ficaram tremendamente superficiais. Espero que o final dessa saga seja feito com mais esmero.

    Responder
    • André Dick

       /  3 de agosto de 2018

      Prezado Ranieri,

      agradeço novamente por sua mensagem. Ainda não consegui assistir ao filme novamente, mas pretendo nos próximos dias. Na primeira sessão, achei esse CGI do Thanos realmente problemático, assim como a montagem. Pelo custo do filme, parece que não empregaram o suficiente nos efeitos especiais, inferiores também ao do recente Homem-Formiga e a Vespa. Essa passagem a qual se refere mostra bem a artificialidade do que deveria ser um clímax decisivamente antológico. Além de todo o combate ser uma derivação de Pantera Negra, que já era uma derivação de O senhor dos anéis. Mas nada pior do que as cenas no espaço, que foram muito melhor solucionadas nos dois Guardiões da galáxia. Enfim, espero que acertem no quarto 🙂

      Volte sempre!

      Um abraço,
      André

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